1970 - O Panorama de Arte é reformulado e, a cada ano, até 1981, segue um rodízio de linguagens (pintura, desenho e gravura, escultura e objeto). A seleção de artistas é feita por uma comissão de arte que leva em consideração indicações feitas por vários críticos do país.
1979 - Ocorre a segunda Trienal de Tapeçaria
1971 - O MAM dá início a uma série de retrospectivas da obra de artistas brasileiros, acompanhadas de catálogos com ensaios críticos e documentação. Algumas delas são de Carlos Scliar, Emiliano Di Cavalcanti (1971), Lívio Abramo (1972), Lothar Charoux (1974), Alfredo Volpi (1975), Geraldo de Barros (1977), Arcangelo Ianelli (1978) e Milton Dacosta (1981), entre outros.
1972 - O jornal “O Estado de S. Paulo” doa ao museu 627 originais de desenhos e gravuras, publicados entre 1956 e 1967, de artistas como Antonio Henrique Amaral, Antonio Bandeira, Sérvulo Esmeraldo, Antonio Lizárraga, Giselda Leiner, Hilde Weber, Mira Schendel e Wesley Duke Lee, entre outros. As ilustrações foram mostradas ao público pela primeira vez em exposição no MAM em 1974, com curadoria de Diná Lopes Coelho.
1973 - É oficializada doação de 24 xilogravuras de Lívio Abramo ao MAM, feita pelo próprio artista. As obras compreendem um período de quase quatro décadas de trabalho gráfico, entre 1932 e 1970.
1975 - Com a morte de Joaquim Bento, Flávio Pinho de Almeida assume a presidência do museu, cargo que ocupará até 1980.
1976 - O MAM realiza a primeira Trienal de Tapeçaria.




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