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Institucional

:: Curadoria

Obras comentadas

  • :: Hélio Oiticica, Metaesquema, 1958

    Por: Felipe Chaimovich

    Metaesquema, 1958, de Hélio Oiticica (1937-80), é uma obra de virada na história da arte brasileira. Esse guache sobre cartão mostra quadriláteros irregulares, aparentemente ajustados a uma grade, mas que fogem da rigidez dos ângulos retos...

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  • :: Cássio Vasconcelos, Uma vista, 2002

    Por: Felipe Chaimovich

    A obra Uma vista transita entre a fotografia e a instalação. Ela é composta de várias fotos em preto-e-branco, cada uma retratando um ângulo diferente de uma grande cidade. Por outro lado, todas essas imagens ficam pendendo do teto em posições calculadas para que, de um determinado ponto de observação, componham uma única figura, em que todas as partes se encaixam para formar uma grande cena urbana...

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  • :: Chelpa Ferro, Totó treme-terra, 2006

    Por: Felipe Chaimovich

    O coletivo carioca Chelpa Ferro transita entre as artes visuais, a música e a performance. O grupo foi formado em 1995, sendo composto por Barrão, Luiz Zerbini e Sergio Mekler. Desde o início, o Chelpa Ferro apresenta-se em shows, cujos elementos sonoros, como instrumentos e mesas de som, são também obras plásticas. O som eletrônico é pesado; a atitude, roqueira.

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  • :: Jorge Guinle, sem título, 1981

    Por: Felipe Chaimovich

    Jorge Guinle (1947-87) teve uma trajetória artística breve e intensa. Iniciou seus experimentos plásticos nos anos 1960, enquanto residia entre Paris e Nova York, tendo oportunidade de freqüentar museus e galerias. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1965, transformando o próprio dormitório, na casa dos avós, num ateliê dividido com mais dois amigos; pintando sem parar, acaba por cobrir todos os objetos do cômodo de tinta, o que leva o avô a oferecer-lhe um espaço para servir de ateliê. Em 1973, realizou a primeira mostra individual no Rio. Assim, o ímpeto de pintar foi ganhando fôlego na vida de Guinle, embora não tenha sido moldado pela educação formal em escolas de arte.

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  • :: Geraldo de Barros, Fotoforma (Ateliê Vieira da Silva) – Paris, França, 1951

    Por: Felipe Chaimovich

    Geraldo de Barros (1923-98) foi um dos precursores da arte abstrata no Brasil. Até o final dos anos 1940, inexistia aqui tal partido visual. Mas, durante a Segunda Guerra Mundial, a pintora portuguesa Maria Helena Vieira da Silva emigrou para o Rio de Janeiro, fugindo da Europa; ela trazia consigo a prática da abstração, que ensinou a alunos e apresentou em exposições, sendo sua presença um marco do início do abstracionismo no país.

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  • :: Pazé, Transeunte, 2001

    Por: Magnólia Costa

    São muitos dias de andança pelo centro velho de São Paulo. O ponto de partida é a praça da Sé, marco zero, referência das distâncias e encontro dos caminhos. O trajeto parece propor um tour pelas primeiras construções da cidade. Nada mais estranho às intenções do Transeunte - ou antes, às do artista de que é retrato e duplo...

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