1980 - O museu organiza a I Trienal de Fotografia, a fim de constituir “uma visão, ainda que incompleta, das principais tendências da produção fotográfica brasileira do momento”, nas palavras de Moracy R. de Oliveira, membro da comissão de Seleção e Premiação do evento. O financiamento da exposição foi assumido pela Kodak do Brasil e os prêmios, aquisitivos, foram doados pela empresa ao Museu de Arte Moderna. Integram a doação obras de Vera Albuquerque, Orlando Brito, Caíca, Leonardo Hatanaka e Ana Mariani.

Luiz Antonio Seráphico de Assis Carvalho assume a presidência do museu.

1981 - O MAM abriga a exposição “Destaques Hilton de Gravura”, patrocinada pela Companhia Souza Cruz. Após a mostra, a empresa doa ao museu um conjunto de obras de que fazem parte trabalhos de Lívio Abramo, Marcelo Grassmann, Evandro Carlos Jardim, Frans Krajcberg, Anna Letycia, Lótus Lobo, Fayga Ostrower, Arthur Luiz Piza, Givan Samico e Dionísio del Santo.

1982 - O prédio do MAM, agora sob a presidência de Paulo Egydio Martins, é submetido à reforma de acordo com projeto da arquiteta Lina Bo Bardi. Neste ano, não há Panorama de Arte.

1983 - O novo presidente do MAM, Aparício Basílio da Silva, no cargo até 1992, reinaugura o prédio do museu com o Panorama de Arte de 1983, edição que investigara a pintura. O projeto arquitetônico de Lina Bo Bardi reconcebe o espaço da instituição como o de uma galeria destinada a exposições temporárias, e não o de um museu que requer área para a conservação de obras. Deste modo, o desenho não contemplava a remodelação da reserva técnica e privilegiava os espaços expositivos, o auditório e o bar.

A Biblioteca do MAM ganha novas instalações.

1985 - O corredor que interliga as duas galerias do MAM se transforma no Muro das Artes Gráficas, um espaço de exposições dedicado à gravura. A primeira delas foi a coletiva “Gravura Brasileira 1940-1950”, apresentando matrizes de gravura em metal e madeira, doadas por Izar do Amaral Berlinck, de artistas como Alfredo Volpi, Maria Bononi, Rebolo Gonsales, Clóvis graciano, Odetto Guersoni, Fang e outros.

Ainda com o intuito de maximizar o uso expositivo dos espaços físicos do MAM, o museu cria o “Painel do Café”, atividade que consistia em convidar artistas para realizar um painel a ser exposto no antigo Café do MAM, durante meses. Ao final do período de exposições, era comum os artistas doarem os trabalhos para o acervo do museu. Participaram do projeto Ivald Granato, Sante Scaldaferri, Antonello L’Abbate, Cassio Michalany, Cláudio Kuperman, Luiz Áquila e John Nicholson.

1986 - Criado o Clube de Colecionadores de Gravura do MAM, com o objetivo de incentivar o colecionismo de obras de arte entre os visitantes do museu. A cada ano, um grupo artistas é convidado a conceber trabalhos com tiragens de 100 exemplares, a serem distribuídos aos sócios do clube. Um exemplar de todos os trabalhos passa a integrar o acervo do MAM.

Dentre as exposições apresentadas e organizadas pelo MAM neste ano, destacam-se a mostra do pintor surrealista Salvador Dalí e a primeira Quadrienal de Propaganda.

A Biblioteca do MAM é rebatizada de Biblioteca Paulo Mendes de Almeida, em homenagem ao antigo diretor da instituição.

1989 - O MAM inicia, com “Arte híbrida”, uma série de exposições coletivas de arte contemporânea.

Luiz Antonio Seráphico de Assis Carvalho assume a presidência do Museu

O MAM abriga a exposição

O MAM inicia 'Arte híbrida', uma série de exposições coletivas de arte contemporânea

O novo presidente do MAM, Aparício Basílio da Silva, reinaugura o prédio do Museu com o Panorama da Arte de 1983

O prédio do MAM é reformado por Lina Bo Bardi

Tem origem o Clube de Colecionadores de Gravura do MAM. Realiza-se a mostra do pintor surrealista Salvador Dali.